"Você sabia que na maior parte de toda a história da humanidade a expectativa média de vida foi inferior a trinta anos? Você podia contar com mais ou menos uns dez anos de vida adulta, certo? Não havia planos de aposentadoria. Não havia planos de carreira, Não havia planos. Não havia tempo para planejar. Não havia tempo para o futuro. Mas aí a expectativa de vida começou a aumentar, e as pessoas começaram a ter mais e mais futuro e a passar mais tempo pensando nele. No futuro. E agora a vida se tornou o futuro. Todos os momentos da vida são vividos no futuro: você frequenta a escola para entrar na faculdade para arrumar um bom emprego para comprar uma casa legal e mandar os filhos para a faculdade para que eles consigam arrumar um bom emprego para comprar uma casa legal para mandar os filhos para a faculdade."
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16 agosto 2015
Quotes da semana #4
Normalmente coloco mais de um trecho, mas gosto tanto desse grande trecho e acho que ele diz tanto sobre o livro que achei que só um bastaria! Já tem resenha do livro aqui no blog e para ler a resenha de Cidades de Papel, do John Green é só clicar aqui!
28 julho 2015
Cidades de Papel (2015)
Já tem resenha de Cidades de Papel, do John Green aqui no blog, clique aqui para lê-la!
Os atores coadjuvantes estão muito bons, eles se destacam bastante principalmente o Austin Abrams que interpreta um dos amigos do Quentin, o Ben. O Austin Abrams é muito engraçado e tem um ótimo time para comédia!
Os momentos mais legais do filme e que mais me divertiram era quando Quentin, Ben e Radar estavam juntos, eles são super engraçados e a química dos atores ficou ótima. A parte da road trip é mega divertida e quando acabou, senti falta. Senti que o diálogos ficaram bem realistas e já ouvi diálogos parecidos serem ditos na minha frente haha.
É um filme de últimas e primeiras vezes, sobre decepção, amor na adolescência e principalmente sobre amizade! É um daqueles filmes que você vê em uma tarde e que passa bem rápido.
Cidades de Papel é dirigido por Jake Schreier.
Sinopse: "Cidades de Papel" é uma história sobre amadurecimento, centrada em Quentin e em sua enigmática vizinha, Margo, que gostava tanto de mistérios, que acabou se tornando um. Depois de levá-lo a uma noite de aventuras pela cidade, Margo desaparece, deixando para trás pistas para Quentin decifrar. A busca coloca Quentin e seus amigos em uma jornada eletrizante. Para encontrá-la, Quentin deve entender o verdadeiro significado de amizade – e de amor.
Sempre que uma adaptação literária é anunciada, tenho minhas expectativas para ver algumas cenas na tela, mas no geral eu gosto quando eles fazem mudanças para o filme, desde que elas sejam boas - me julguem. E eu gostei muito das mudanças que fizeram em Cidades de Papel! Como eu disse na resenha do livro (clique aqui para ler!), o livro enrola um pouco, mas isso era necessário para a construção do personagem do Quentin.
Agora, ao adaptarem a estória para outra mídia, não dava para fazer isso então eles adaptaram de um jeito que a estória tivesse um ritmo melhor. O que ficou muito bom! Eu adorei essa mudança e que mesmo assim o filme tem alguns detalhes para os fãs do livro, como o site do Radar e o caderno/diário preto da Margo que é citado algumas vezes no livro.
Eu gostei MUITO do elenco! Nat Wolff interpretou bem o Quentin, o jeito dele está bem parecido com o que eu tinha imaginado. A incrivelmente linda Cara Delevingne interpreta a maravilhosa Margo e eu gostei dela como Margo porque eu acho que ela tem a aura de mistério e a atitude que combina com a Margo. Porém senti um pouco de falta de mais profundidade para a personagem da Margo e apesar de adorar a Cara, admito que ela não é tão boa na atuação.
Agora, ao adaptarem a estória para outra mídia, não dava para fazer isso então eles adaptaram de um jeito que a estória tivesse um ritmo melhor. O que ficou muito bom! Eu adorei essa mudança e que mesmo assim o filme tem alguns detalhes para os fãs do livro, como o site do Radar e o caderno/diário preto da Margo que é citado algumas vezes no livro.
Os atores coadjuvantes estão muito bons, eles se destacam bastante principalmente o Austin Abrams que interpreta um dos amigos do Quentin, o Ben. O Austin Abrams é muito engraçado e tem um ótimo time para comédia!
É um filme de últimas e primeiras vezes, sobre decepção, amor na adolescência e principalmente sobre amizade! É um daqueles filmes que você vê em uma tarde e que passa bem rápido.
09 julho 2015
Cidades de Papel, de John Green
* Tem um spoiler leve no penúltimo parágrafo, tal spoiler não vai estragar sua experiencia de leitura, mas esteja avisado.
Antes de Cidades de Papel, só tinha lido um livro do John
Green, que é claro que é A Culpa é das Estrelas e ao ler Cidades de Papel,
percebi algo que me deu ainda mais vontade de ler os outros livros dele. Essa coisa é que além de seus livros, em sua grande maioria, agradar aos
leitores é que ele também conforta e te dá à oportunidade de crescer junto com
os personagens. Por mais que a estória seja simples ou até superficial – o que
ainda não testemunhei -, o John Green consegue tocar os leitores.
Cidades de Papel conta a estória de Quentin Jacobsen. Quentin
está no terceiro ano e é apaixonado pela sua vizinha, Margo Roth Spiegelman,
desde a infância. Depois que eles cresceram, Margo Roth Spiegelman e Quentin
não se falavam mais, até que um dia Margo invade o quarto de Quentin no meio da
noite e o chama para ajudá-la em um plano de vingança.
Os dois passam a madrugada toda juntos vivendo aventuras e
executando os planos de Margo. Quando Quentin vai para escola no outro dia
pensando que ele começaria a conviver mais com a Margo, descobre que ela sumiu.
Onde ela está é um mistério, porém Quentin encontra algumas pistas que Margo
deixou para ele e então Quentin decide que irá encontra-la.
"A cidade era de papel, mas as memórias, não"
Já disse no começo o quanto o John Green é incrível, mas nunca
é demais elogiá-lo, não é mesmo? A escrita do John Green, além de ser rápida e
te envolver na estória, é muito inteligente, cheia de referencias a cultura pop
e já nesse livro mostra um pouco das metáforas, algo que se tornaria mais forte
em A Culpa é das Estrelas.
Os personagens do John Green são sempre inteligentes,
verdadeiros e interessantes, e nesse caso não foi diferente. Hoje vou começar a
falando dos personagens coadjuvantes primeiro e quero ressaltar os melhores
amigos do Quentin que são o Radar e o Ben. O Radar e o Ben são aqueles tipos de
amigos companheiros que estão lá sempre para ajudar o Quentin, mas que são
pessoas que tem seus próprios problemas e dilemas. E quanto mais conhecia o
Radar, o Ben e até mesmo a Lacey, amiga de Margo, mais profundidade esses
personagens ganhavam.
Não resisto a um personagem misterioso e com uma
personalidade peculiar, então amei a Margo Roth Spiegelman. Toda essa aura de
mistério que o John construiu em volta dela e depois foi se revelando, desconstruindo
essas camadas foi um processo muito interessante.
Tive sentimentos controversos quanto ao Quentin durante a
leitura. Quentin é um adolescente inteligente e nerd. Ao mesmo tempo em que me
identificava com ele em alguns pontos, eu também o achava muito obsessivo com a
Margo. Algo que, depois de pensar após a leitura, fica no contexto com a
mensagem que livro passou no final. Porém, durante a leitura, eu queria gritar
com ele e abraçá-lo ao mesmo tempo.
"Isso sempre me pareceu tão ridículo, que as pessoas pudessem querer ficar com alguém só por causa de beleza. É como escolher o cereal de manhã pela cor, e não pelo sabor."
Adoro quando um livro me oferece um conteúdo que é tudo de
bom, e apesar de eu ter adorado este livro, tem algumas coisas que não
agradaram tanto, mas que se tornaram mais compreensíveis após a leitura. Por
exemplo, uma das partes mais legais do livro é a viagem de carro para tentar
achar a Margo que o Quentin e os amigos fazem, mas até chegar nisso, o livro
enrola muito.
Só que as coisas não são tão simples assim, a meu ver, a
obsessão do Quentin e o livro enrolar um pouco estão ligados porque durante esse
período o Quentin tem que se achar e resolver o mistério que é a Margo. Isso
leva ele a um crescimento pessoal e sentimental que precisava de tempo para ser processado. O Quentin precisava de algum jeito, aceitar que ele estava
apaixonado por uma garota com a qual ele não falava desde a infância, ele
estava apaixonado por uma ideia, ele a endeusava de uma maneira que não se deve
endeusar uma pessoa. O Quentin precisava aceitar que Margo era só mais uma pessoa para poder ter uma chance real de encontra-la.
Eu gostei do final de Cidades de Papel e de certo modo, o
achei positivo. Cidades de Papel é um livro sobre amizade e sobre coisas que
devemos aceitar e viver para amadurecer. É um livro afável e verdadeiro.
Título Original: Paper Towns
Autor: John Green
Editora: Intrínseca
Páginas: 368
29 outubro 2012
Meme: É o fim do mundo!!
Oi gente, tudo bem com vocês? Bom, hoje eu vim responder a um meme que eu vi no blog Pepper Lipstick há algum tempo, e como ela deixou livre para quem quisesse responder e como eu achei o meme bem legal, eu vim responder ele hoje.
O fim do mundo chegou e você pode levar APENAS 10 livros e nada mais. Quais você levaria?
Para mim esse meme foi bem fácil e bem difícil ao mesmo tempo porque tem livros que eu já sei que eu levaria, mas ai chegou a um numero e eu fiquei "e ai, quais livros mais eu levaria?" haha. Então, eu escolhi somente os livros que eu tenho na minha estante (por isso Coração de Tinta não está na lista) e assim como a Bia do Pepper Lipstick, eu escolhi os livros que eu mais gosto e os que quero muito ler.
O Guia do Mochileiro das Galáxias do Douglas Adams - Esse livro é simplesmente incrível, genial e divertido, sério gente, eu tive que ler este livro para escola e na hora de comprar ele, a minha mãe me deu a série inteira *-* infelizmente, ainda não li o restante da série, mas pretendo, aliás, pretendo reler esse livro o quanto antes e ler o restante da série, que eu tenho certeza que também é genial.
Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban da J. K. Rowling - Levanta a mão e me diz quem não levaria Harry Potter? Escolhi o prisioneiro de Azkaban porque é o meu favorito da série, mas se pudesse levaria a série inteira.
O Hobbit do J.R.R. Tolkien - Amo livros de fantasia e aventuras, e esse livro além de ter muita aventura tem personagens incríveis e uma narrativa incrível. Eu li esse livro esse ano mas, esse é um daqueles livro que eu com certeza vou querer reler no futuro, assim como O Guia do Mochileiro das Galáxias.
Tocada Pelas Sombras (Academia de Vampiros #3) da Richelle Mead - Gente, eu amo essa série!! Tudo bem que eu só li até o quarto livro, mas é que eu estou com medo de ler o quinto e querer desesperadamente o sexto e a editora não ter lançado o livro ainda haha, mas enfim, *FOCO* Nesse livro tem vários acontecimento incríveis! Aconteceu coisas que me deixaram com raiva, feliz e triste, coisas que eu já esperava há algum tempo e uma coisa que eu não esperava e que foi um choque total para mim! Mas enfim, melhor parar antes que eu conte algum spoiler haha.
Anna e o Beijo Francês da Stephanie Perkins - Eu tenho que levar um livro mais bobo né? E esse livro é muito fofo haha.
A Culpa é das Estrelas do John Green - Eu não acho esse livro maravilhoso ou sou tão apaixonada por ele como a maioria das pessoas, mas eu o considero um livro muito bom, com personagens incríveis e com uma carga emocional muito boa
Sob a Redoma do Stephen King - Começando com a sessão dos livros que eu levaria, mas que ainda não li. Esse livro, na verdade, é um spoiler da próxima caixa de correio haha. O livro é enorme, parece ser absurdamente incrível e é Stephen King.
As Crônicas de Nárnia do C. S. Lewis - Sabe aquele livro que você nem leu e sabe que vai gostar? Então! Haha.
Cira e o Velho do Walter Tierno - Eu tenho raiva de mim todos os dias por não ter lido esse livro ainda! Ele parece ser bom demais e eu sinto como se estivesse perdendo uma estória muito boa, sabe? Haha
O Morro Dos Ventos Uivantes da Emily Brontë - Eu sou completamente apaixonada por este livro! Se alguém ai não leu, leiam! Tenho muita vontade de rele-lo e fazer uma resenha aqui para vocês, mas eu não aguento a minha edição gente, ela é ainda mais feia que essa dai de cima haha. Ai, gente, adoro o Heathcliff haha, sério, leiam este livro.
Eu não vou indicar ninguém em especial porque estou com preguiça haha, mas se sintam todos indicados e se algum de vocês responderem, não se esqueçam de deixar o link ou as respostas aqui para eu ver. Mas, e ai, qual livro ou livros vocês levariam?
20 agosto 2012
A Culpa é das Estrelas - John Green
Páginas: 283
Nota: 4/5
Nota: 4/5
Em A Culpa é das Estrelas, Hazel é uma paciente terminal de 16 anos que tem câncer desde os 13. Ainda que, por um milagre da medicina, seu tumor tenha encolhido bastante — o que lhe dá a promessa de viver mais alguns anos —, o último capítulo de sua história foi escrito no momento do diagnóstico. Mas em todo bom enredo há uma reviravolta, e a de Hazel se chama Augustus Waters, um garoto bonito que certo dia aparece no Grupo de Apoio a Crianças com Câncer. Juntos, os dois vão preencher o pequeno infinito das páginas em branco de suas vidas.
Assim que soube do lançamento de A Culpa é das Estrelas, fiquei com vontade de lê-lo
imediatamente, não só por causa do John Green,
mas porque a estória parecia ser excelente e porque nunca tinha lido nada sobre
crianças com câncer, então não sabia o que esperar ao certo deste livro. Mas,
posso dizer que certamente este livro é sem igual, quando terminei de lê-lo,
apesar de querer ter mais desta estória, eu estava muito satisfeita, eu estava
com um sorriso no rosto e muitas lagrimas nos olhos.
16 agosto 2012
O Trecho #10
Oi gente! O trecho de hoje é do livro A Culpa é das Estrelas do John Green, eu já li esse livro e gostei muito e em breve (muito em breve, tipo, no próximo post, eu acho haha) colocarei a resenha do livro aqui para vocês. Gostei muito de diversos trechos dos livros, e no final, acabei escolhendo esses, mas na resenha eu coloco mais. Espero que gostem.
- Esse é o problema da dor - o Augustus disse, e ai olhou para mim. - Ela precisa ser sentida.
- pág. 63
Me apaixonei do mesmo jeito que alguém cai no sono: gradativamente e de repente, de uma hora para outra.
- pág. 118
Parecia que tinha sido, tipo, há uma eternidade, como se tivéssemos vivido uma breve, mas infinita, eternidade. Alguns infinitos são maiores que outros.
-pág. 210
A tristeza não nos muda, Hazel. Ela nos revela.
- pág. 259
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